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domingo, 8 de janeiro de 2012

Facebook consciente

    As dezenas de milhares de computadores usados para proporcionar o funcionamento da rede social geram muito calor, e, consequentemente altíssimos gastos com ar-condicionado. E é por esse motivo que a congelante cidade sueca de Lulea, a 100 km do círculo Ártico sediará o novo data center do Facebook.
   Lulea é um polo tecnológico onde surgiram algumas das invenções que mostraram uma marcante importância nas últimas décadas, como o celular com GPS embutido e as redes de telefonia 3G e 4G. O motivo dessa cidade ser a escolhida é a sua temperatura média anual, que é de 2,5 graus, fazendo com que o problema da alta geração de calor seja resolvido apenas com a abertura das janelas. E 84 mil m² será a extensão do data center, correspondendo a quase metade da área do Estádio do Maracanã.
   Ao contrário do Facebook, um estudo publicado recentemente por pesquisadores da Microsoft informa que instalar pequenos data centers diretamente em prédios e bairros residenciais é a ideia envolvente, concentrando o calor gerado para aquecer as moradias no inverno. O calor recebido por uma rede de canos, dependendo da região do país, supriria de 15 a 60% das necessidades de calor.
                                        -Ana C. Stasiak.
-Rolling in the coaster pictures-





sábado, 7 de janeiro de 2012

Mudança



Olá queridos leitores!
 Espero que não se zanguem por isso, mas houve uma mudança de ideia minha, e acho que Café Gazeta não é um nome tãão legal assim, eu queria ser mais criativa, sabe. Por enquanto, o blog será O Temporário. Mandem-me sugestões bem criativas para o nome, estou precisando! Quando escolher um novo nome, publicarei o nome (e twitter, se houver) do leitor agradecendo-o.


Obs.: Desculpem-me não estar postando mais, o motivo é a falta de inspiração e principalmente de tempo, mas em breve estarei com mais reportagens para vocês! O nome é temporário, mas o blog veio para ficar! Sinceras desculpas. 
-Ana C. Stasiak

domingo, 25 de dezembro de 2011

Montanhas-Russas

Bem vindo(a) à primeira postagem do blog! E para abrí-lo com chave de ouro, o tema é Montanhas-Russas! Tudo o que está escrito abaixo foi feito por mim, de acordo com os meus conhecimentos a respeito do tema.


Lembre-se: É proibido copiar o conteúdo deste blog sem os direitos autorais!


   As mais antigas das montanhas-russas descendem, é claro, da Rússia, e foram inspiradas dos passeios de trenó que lá haviam, em que os carrinhos desciam montes de neve, principalmente em torno de São Petersburgo.
   As primeiras montanhas-russas possuíam sua estrutura de madeira, mas com o decorrer do tempo foram evoluindo, até que a criação de loopings começou, e foi outro fator que evoluiu juntamente com seus trilhos, sistema de segurança, entre outros. A primeira montanha-russa foi patenteada em 20 de janeiro de 1885 por La Marcus Adna Thompson.
    Adrenalina, medo, emoção, desespero: Cabe a cada pessoa a palavra certa para definir uma montanha-russa. Desde que o parque ofereça segurança, podemos usar a física a nosso favor.
   O visitante geralmente enfrenta alguns tipos de tensão. A primeira delas é a grande decisão. Vou ou não vou? Se a decisão for não, o passeio ficará apenas na imaginação. Mas se for sim, geralmente a tensão aumenta. Certo. Chegam na fila. Se demora, podem haver desistências, mas a maioria é persistente. Outro momento marcante é a hora em que a pessoa senta no carrinho e as travas de segurança são fechadas. Geralmente essas travas passam pelo ombro e possuem o formato de um "U" que se fecha no peito da pessoa, e são as que oferecem maior segurança. Há ainda a trava que se localiza apenas na cintura do indivíduo.
   A chance de haver fatalidades em uma montanha-russa é de uma em um milhão para cada pessoa. Para oferecer maior segurança, são feitas restrições, como a de altura, pessoas cardíacas e gestantes.


Momento física segundo a autora
   A maioria das montanhas-russas realizam a conversão da energia potencial em cinética, fazendo com que haja a oscilação de velocidade no passeio; e nos loopings, é utilizada a energia centrífuga, que necessita de uma boa velocidade para o trajeto ser concluído.


Opinião da autora
   Eu pessoalmente não só amo, como sou obcecada por montanhas-russas. Na primeira vez em que se vai em uma, é claro que bate um pequeno medo. No meu caso, a curiosidade e vontade de ir em uma era muito maior que o medo, então eu fui, e gostei muito.
   O meu conselho aos que possuem medo de ir em uma é simplesmente esquecer do medo, esvaziar a mente, e, se a tática não funcionar e mesmo assim a pessoa quiser muito ir em uma, há o plano B: Pensar que sua vida depende disso, você não se importa com o medo, não pode deixar de ir em uma antes de morrer, ou então que você irá se arrepender muito de não ir em uma. Comigo essa tática funciona bem para certos tipos de coisa da vida, já que para ir em uma montanha-russa, ninguém precisa me convencer disso.


                     -Por Ana C. Stasiak




Kingda Ka
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Vanish roller coaster


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