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domingo, 25 de dezembro de 2011

Montanhas-Russas

Bem vindo(a) à primeira postagem do blog! E para abrí-lo com chave de ouro, o tema é Montanhas-Russas! Tudo o que está escrito abaixo foi feito por mim, de acordo com os meus conhecimentos a respeito do tema.


Lembre-se: É proibido copiar o conteúdo deste blog sem os direitos autorais!


   As mais antigas das montanhas-russas descendem, é claro, da Rússia, e foram inspiradas dos passeios de trenó que lá haviam, em que os carrinhos desciam montes de neve, principalmente em torno de São Petersburgo.
   As primeiras montanhas-russas possuíam sua estrutura de madeira, mas com o decorrer do tempo foram evoluindo, até que a criação de loopings começou, e foi outro fator que evoluiu juntamente com seus trilhos, sistema de segurança, entre outros. A primeira montanha-russa foi patenteada em 20 de janeiro de 1885 por La Marcus Adna Thompson.
    Adrenalina, medo, emoção, desespero: Cabe a cada pessoa a palavra certa para definir uma montanha-russa. Desde que o parque ofereça segurança, podemos usar a física a nosso favor.
   O visitante geralmente enfrenta alguns tipos de tensão. A primeira delas é a grande decisão. Vou ou não vou? Se a decisão for não, o passeio ficará apenas na imaginação. Mas se for sim, geralmente a tensão aumenta. Certo. Chegam na fila. Se demora, podem haver desistências, mas a maioria é persistente. Outro momento marcante é a hora em que a pessoa senta no carrinho e as travas de segurança são fechadas. Geralmente essas travas passam pelo ombro e possuem o formato de um "U" que se fecha no peito da pessoa, e são as que oferecem maior segurança. Há ainda a trava que se localiza apenas na cintura do indivíduo.
   A chance de haver fatalidades em uma montanha-russa é de uma em um milhão para cada pessoa. Para oferecer maior segurança, são feitas restrições, como a de altura, pessoas cardíacas e gestantes.


Momento física segundo a autora
   A maioria das montanhas-russas realizam a conversão da energia potencial em cinética, fazendo com que haja a oscilação de velocidade no passeio; e nos loopings, é utilizada a energia centrífuga, que necessita de uma boa velocidade para o trajeto ser concluído.


Opinião da autora
   Eu pessoalmente não só amo, como sou obcecada por montanhas-russas. Na primeira vez em que se vai em uma, é claro que bate um pequeno medo. No meu caso, a curiosidade e vontade de ir em uma era muito maior que o medo, então eu fui, e gostei muito.
   O meu conselho aos que possuem medo de ir em uma é simplesmente esquecer do medo, esvaziar a mente, e, se a tática não funcionar e mesmo assim a pessoa quiser muito ir em uma, há o plano B: Pensar que sua vida depende disso, você não se importa com o medo, não pode deixar de ir em uma antes de morrer, ou então que você irá se arrepender muito de não ir em uma. Comigo essa tática funciona bem para certos tipos de coisa da vida, já que para ir em uma montanha-russa, ninguém precisa me convencer disso.


                     -Por Ana C. Stasiak




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